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André trabalhou no gramado e está próximo de trabalhar normalmente com os companheiros
Enquanto Alexandre Pato trotava pelo gramado do CT Joaquim Grava, outros cinco atletas usavam o mesmo espaço para trabalhos de recuperação física. Elias, André, Yago, Williams e Bruno Paulo foram a campo na tarde desta terça-feira.
Elias e André trabalharam pela primeira vez no campo desde deixarem o elenco por problemas físicos. O volante, que fará um exame na quinta para saber se possui condições de treinar novamente com o restante do elenco, sofreu uma fratura na costela no último dia 16 de junho.
O centroavante, por outro lado, se recupera de uma operação na hérnia inguinal, em 20 de junho. A tendência é que André retorne aos treinos normais na próxima semana e esteja à disposição para Cristóvão em pelo menos 15 dias.
Além do quinteto, outros dois jogadores permanecem no Departamento Médico, caso dos meio-campistas Cristian e Camacho, que permaneceram na academia nesta terça-feira.
Para o duelo de sábado contra a Chapecoense, Cristóvão ainda não deve contar com nenhuma recuperação plena deste grupo. A ideia é contar com André e Elias para o clássico do dia 17 contra o São Paulo, na Arena Corinthians.


Marlon defenderá as cores do Barcelona. O zagueiro foi emprestado pelo Fluminense ao time catalão e já se despediu dos companheiros nesta terça-feira nas Laranjeiras. Ele ficará na Espanha por empréstimo até julho de 2017 e o novo clube tem a prioridade na compra após o fim desse período.
A informação foi confirmada pelo diretor executivo do Fluminense, Jorge Macedo, em coletiva de imprensa após o treinamento desta tarde, marcado pelo segundo protesto em cinco dias contra a má fase do Tricolor na temporada.
Marlon surgiu com muito potencial das categorias de base e não demorou para assumir posição de destaque no time titular. Com a chegada de Levir Culpi, porém, ele perdeu espaço passou a ocupar o banco de reservas.
Foi aí que surgiu o interesse do Barcelona. Assim como ocorreu com Robert, o clube catalão está interessado em Marlon. Inicialmente ele chega para disputar a equipe B, mas dependendo do destaque obtido, ele poderá ser integrado ao time principal. Como ocorreu com Casemiro, no rival Real Madri.

O Fluminense apresentou nesta terça-feira o substituto de Fred. Henrique Dourado, também conhecido como 'Ceifador', falou pela primeira vez como reforço do Tricolor. O atacante admitiu que tem uma missão dura em substituir o ídolo da torcida, mas mostra confiança. Ele, porém, pediu aproximadamente 15 dias para poder entrar em campo.
Henrique está sem jogar desde maio, na última partida do Victória dos Guimarães no campeonato português. A oportunidade de voltar ao futebol brasileiro era o que o atacante mais queria. Mas a missão de substituir Fred preocupa. Mas nada que chegue a tirar o sono.
''Estou muito feliz por essa oportunidade. A responsabilidade é grande. Fred é um ídolo do Flu, tem muita qualidade. Estou muito contente e chego para ajudar meus companheiros'', disse Henrique. ''Não [Fred será um fantasma para você]. Tenho que estar preparado para tudo. Já passei por situações parecidas. Venho para somar. Fred tem sua história no clube, isso não vai se apagar. Venho para escrever a minha'', concluiu.
As férias alongadas fazem com que Henrique precise se recondicionar fisicamente para entrar em campo. O atacante deu início aos trabalhos no treino da última segunda-feira e diz que precisará de algum tempo para estrear com a camisa do Fluminense.
''Conversei com a comissão técnica. Venho de férias na Europa. Preciso de alguns dias para entrar no ritmo, ganhar condicionamento. Treinei por conta nas últimas semanas. Fizemos agora um planejamento para treinar em dois períodos. Quero voltar a fazer o que mais gosto. Talvez uns 15 dias'', explicou.
Se a previsão se mantiver, a provável estreia de Henrique deverá ocorrer com o Atlético-PR, dia 24, em Curitiba. O Fluminense encara o Ypiranga-RS nesta quarta-feira, às 21h45, pela terceira rodada da Copa do Brasil.


A diretoria do São Paulo afirma que o meia Paulo Henrique Ganso, 26, pediu para ser negociado com o Sevilla até o próximo dia 31. O São Paulo tem em mãos uma proposta de 7 milhões de euros (R$ 25,5 milhões) do clube espanhol e uma promessa de que o montante pode ser aumentado para 8 milhões de euros (R$ 29 milhões), mas considera o valor baixo e só aceitará vender em caso de uma oferta superior.
O pedido de Ganso para ser negociado com o Sevilla foi informado pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva em entrevista ao Globoesporte.com e confirmado pelo UOL Esporte pela diretoria do São Paulo.
O presidente Leco teve uma conversa com Paulo Henrique Ganso nos últimos dias e ouviu do jogador que ele gostaria de ser negociado com o Sevilla porque entende que essa pode ser sua última chance de atingir o sonho de jogar na Europa. O São Paulo entende que Ganso não está forçando a saída, não trata o caso como guerra e deverá resolver a questão o mais rápido possível, talvez até antes do fim da participação do clube na Libertadores.
O que ainda emperra qualquer acordo é o valor proposta pelo Sevilla, considerado baixo pelo São Paulo, que detém apenas 32% dos direitos econômicos do meia e receberia apenas um terço do valor investido pelos espanhóis. Os outros 68% dos direitos pertencem ao Grupo DIS, braço esportivo do Sonda.
Paulo Henrique Ganso tem contrato com o São Paulo até setembro de 2017 e já acenou que não deverá renovar o acordo. O meia tem salário de cerca de R$ 300 mil desde que foi contratado, em setembro de 2012, e recusou oferta de renovação para ganhar R$ 400 mil – ele pede valor considerado muito alto pelo clube. A resistência de Ganso em renovar e o surgimento da proposta do Sevilla devem culminar na saída do jogador caso o clube espanhol aceite pagar valor um pouco mais alto do oferecido até aqui. Se ele não renovar até 2017, poderá sair de graça.
O Sevilla anunciou na semana passada o argentino Jorge Sampaoli como técnico após a saída de Unai Emery para o Paris Saint-Germain. O clube espanhol venceu a Liga Europa na última temporada e disputará a Liga dos Campeões na temporada 2016-17. Ganso está atualmente lesionado e não disputará o primeiro jogo da semifinal da Copa Libertadores contra o Atlético Nacional, nesta quarta-feira, no Morumbi. 

O São Paulo de 2016 tem uma identidade que, seis meses após a chegada de Edgardo Bauza, se vê clara: domina o espaço, e não a bola, raramente joga bonito e, fora do Morumbi, abre mão até de Paulo Henrique Ganso em fina forma para se defender. Identidade cunhada pelo técnico argentino, que apesar dos resultados inconstantes, levou o clube a uma semifinal de Copa Libertadores depois de seis anos e poderá levar à sétima final da história.
Nesta quarta-feira (6), às 21h45, o São Paulo enfrenta o Atlético Nacional, da Colômbia, no Morumbi, no primeiro jogo do confronto. Sem Kelvin e Ganso, dessa vez por lesão, o time titular é mantido em segredo porque Patón não deixou a imprensa assistir aos treinos de segunda e terça-feira. A única certeza é que o São Paulo será escalado da forma mais simples possível para defender com eficiência antes de chegar ao gol adversário: assim ensinou, em seis meses, o pragmatismo de Bauza.
Identifica o que funciona e faz o simples
Mesmo com um desempenho abaixo do esperado no Paulistão e uma campanha que quase terminou em eliminação precoce ainda na fase de grupos da Libertadores, os elogios a Patón são muitos entre a diretoria do São Paulo. Fora de campo, o principal foi ter sido capaz de comandar o vestiário numa reviravolta positiva a partir de março, quando havia jogadores insatisfeitos, greve de silêncio e mau desempenho.
Dentro de campo, elogia-se a simplicidade nas soluções táticas. Patón se marca por identificar aquilo que funciona e o que não funciona no time, e decide pelo mais simples. É assim com Ytalo, que deverá jogar no lugar de Ganso, mas em função completamente diferente. Em vez de manter o estilo do time, com um meia armador, e colocar João Schmidt em função mais avançada, à frente dos volantes, ou até o meia Daniel, Bauza prefere escolher aquilo que acredita resultar em maior eficiência: um segundo atacante.
Defesa antes do ataque, espaço antes da bola
O São Paulo precisava de um empate na altitude de La Paz, contra o The Strongest, na última rodada da fase de grupos, para avançar às oitavas. Dado o retrospecto positivo dos bolivianos em casa, o empate se mostrava improvável. Bauza, então, decidiu tirou Ganso, tido como melhor do time, e escalou Wesley como titular. Segurou o 1 a 1, terminou com o zagueiro Maicon no gol e foi às oitavas.
"Existe uma onda que diz que os únicos técnicos que servem são aqueles que arriscam e vão para a frente completamente, e para mim o futebol não é isso", disse Bauza, em entrevista concedida ao UOL Esporte em abril. A onda acompanha o ciclo vencedor do futebol espanhol, da Copa do Mundo ao sucesso absoluto de Guardiola, no pleno exercício do domínio da bola. Bauza não tem nada a ver com isso.
A palavra que Patón gosta para definir o futebol que pratica é "equilíbrio". Fala que é preciso defender com 11 jogadores e atacar com dez e prefere sempre as duas linhas de quatro jogadores quando não tem a bola no pé, como aplica desde que chegou ao São Paulo. Não se importa em dominar a posse de bola e prioriza dominar os espaços do campo, sem sustos para a marcação.
Estabilizador de um vestiário com menos conflitos
Bauza viveu situações específicas em seis meses de São Paulo que teve que lidar com problemas no vestiário. Alguns pequenos, outros nem tanto. O principal deles veio em fevereiro, quando um grupo de jogadores do qual faziam parte Paulo Henrique Ganso e Michel Bastos, segundo membros do clube, liderou um pacto de silêncio: não haveria entrevistas enquanto não se resolvesse uma pendência de pagamentos atrasados de direitos de imagem e premiações. Diego Lugano foi contra, o São Paulo perdeu dias depois para o The Strongest no Pacaembu, e o zagueiro uruguaio cooptou Jonathan Calleri e Denis para seu lado.
A cisão causou problemas no vestiário. Parte dos atletas, que havia comprado a ideia do pacto, se viu traída por Lugano. Outra parte deu o braço a torcer e concordou que o uruguaio teve a atitude certa pois não poderiam se esconder após uma derrota tão inesperada. Enquanto a diretoria quitou os atrasos e fez reuniões individuais com os idealizadores do pacto, Bauza aplicou panos quentes. Como treinador, não criticou nem puniu aqueles que defenderam o ato de rebeldia.
A diretoria do São Paulo elogia Bauza pela conduta nos conflitos internos. Entende que outros treinadores muitas vezes exigem autonomia para resolver da maneira que preferem, enquanto o argentino até aqui sempre preferiu esperar um posicionamento da direção antes de agir de qualquer forma.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO X ATLÉTICO NACIONAL
Data: Quarta-feira, 6 de julho de 2016
Horário: 21h45
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Mauro Vigliano (ARG)
Auxiliares: Juan Belatti (URU) e Gustavo Rossi (URU)

São Paulo: Denis; Bruno, Rodrigo Caio, Maicon e Mena; Hudson e João Schmidt (Carlinhos); Thiago Mendes, Ytalo e Michel Bastos; Calleri. Técnico: Edgardo Bauza.
Atlético Nacional: Armani; Bocanegra, Sánchez, Henríquez e Farid Díaz; Mejía, Pérez e Guerra; Marlos Moreno, Ibargüen e Borja. Ténico: Reinaldo Rueda.


Em crise, o Fluminense entra em campo nesta quarta-feira, às 21h45, para encarar o Ypiranga-RS, pela terceira rodada da Copa do Brasil. Após receber o Coritiba para 917 pagantes pelo Brasileiro, a tendência é que o público seja parecido. Até por esse motivo, o Tricolor gostaria de estrear sua nova casa em 2016. Edson Passos, porém, ficou para depois já que a Globo vetou a realização da partida no estádio e transferiu o duelo para o Raulino de Oliveira.
O veto se deu por conta do horário da partida e o local onde o estádio fica. O temor pela falta de segurança em Mesquita fez com que a Globo pedisse para alterar o jogo para Volta Redonda. O Fluminense não gostou nem um pouco da medida, pois queria atuar mais próximo do Rio de Janeiro e perto da torcida da capital.
Além disso, o Tricolor está insatisfeito com o público que tem acompanhado os jogos do time em Volta Redonda. Em quatro confrontos, o Fluminense tem uma média de 2.142 pagantes por duelo. O número é considerado muito baixo pela diretoria que deseja jogar novamente no Raulino de Oliveira apenas em último caso.
No último treinamento do Fluminense, o técnico Levir Culpi deu pista do time titular durante uma atividade tática. Após fazer estreia, Willian Matheus deve ser mantido na lateral esquerda. No meio, Douglas e Cícero retornam ao time, mas como Edson teve um problema estomacal e ficou fora, Dudu ganhou nova oportunidade. Pierre ficará no banco.
Ainda sem condições de jogo, Henrique, novo reforço do Fluminense, ainda não entrará em campo. Ele, porém, deixa claro que ficará na torcida. "Já vou ficar na torcida amanhã. Vou treinar em dois períodos, tenho que suar a camisa. Depois vou acompanhar o jogo. Sou mais um guerreiro na torcida", explicou.
FLUMINENSE X YPIRANGA-RS
Data e hora: 05/07/2016, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília)
Local: Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ)
Árbitro: Wanderson Alves de Sousa (MG)
Auxiliares: Celso Luiz da Silva e Marconi Helbert Vieira (MG)
Fluminense
Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Douglas, Cícero, Scarpa e Dudu; Osvaldo e Magno Alves. Técnico: Levir Culpi
Ypiranga
Carlão, Márcio, Negretti, Gustavo e Sander; Daniel, Robson, Danilo e Raphael Alemão; Tulio Renan e Léo. Técnico: Leocir Dall'Astra

Jogadores pediram e Jorginho acatou novo e inusitado horário de treinos no Vasco
A mobilidade urbana do Rio de Janeiro, um dos temas mais abordados na cidade que receberá os Jogos Olímpicos em agosto, causa reflexos até mesmo no Vasco. Por conta do trânsito, o time de Jorginho passou a adotar recentemente um horário de treino pouco convencional: 11h.
A mudança se deu após um consenso entre jogadores, comissão técnica e o Caprres, centro de saúde que engloba preparação física, fisioterapia, fisiologia, psicologia e nutrição.
Até pouco tempo, as atividades matinais tinham início às 9h, mas como a maioria dos atletas prefere chegar uma ou até duas horas antes para realizar um trabalho de prevenção, muitos tinham que "madrugar" para estar a tempo em São Januário.
Explica-se: quase todo o elenco mora no bairro da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e o trajeto de acesso para o estádio se dá pela Linha Amarela, principal via de acesso da região no sentido Centro.
Coordenador científico do Vasco, Alex Evangelista revelou o pedido dos jogadores pela mudança e as adaptações que tiveram de ser feitas. O profissional também enfatizou os malefícios causados pelo horário anterior.
"A parte científica agradece ao Jorginho pela capacidade de ouvir. O Caprres tem que saber ouvir também. Tem a questão do descanso e do trânsito. Estar sentado muito tempo (dirigindo) causa um mecanismo de lesão. Com o treino às 9h, tinham que chegar às 7h para fazer o preventivo. Eu, por exemplo, saía de casa às 5h. O atleta é que está pedindo isso. E ele chega uma, duas horas antes para fazer prevenção".
Evangelista também destacou o planejamento nutricional com o novo horário, já que os jogadores treinam na hora do almoço.
"Isso tudo foi discutido sem causar danos a alimentação. Nós temos uma área gourmet onde é oferecida alimentação para eles", disse.

Principais obras de mobilidade ainda não estão prontas

Faltando um mês para a Olimpíada, as duas principais obras de mobilidade urbana – Linha 4 do Metrô e TransOlímpica - classificadas como "legados" pela prefeitura do Rio, ainda não estão prontas. O prefeito Eduardo Paes, porém, garante que elas estarão finalizadas a tempo.
Ambas envolvem, em boa parte, a região da Barra da Tijuca, onde moram a maioria dos jogadores do Vasco.

Cuca tem três desfalques certos para o clássico: Guedes, Jesus e Thiago Santos
Apesar da satisfação pela vitória por 3 a 1 sobre o Sport na noite de segunda-feira (4), Cuca voltou de Recife com problemas na bagagem. Para o clássico da próxima terça contra o Santos, no Allianz Parque, o treinador pode somar cinco desfalques, quatro deles fundamentais do líder do Campeonato Brasileiro.
Os titulares Gabriel Jesus e Róger Guedes, destaques da Série A depois de 13 rodadas, e Thiago Santos, que até improvisado na zaga atuou, estão fora do jogo. O trio recebeu o terceiro cartão amarelo na Ilha do Retiro.
Em contrapartida, Moisés e Tchê Tchê, peças-chave no dinâmico meio-campo armado pelo treinador – especialmente em partidas como mandante -, deixaram a partida lesionados e preocupam. O primeiro passará por exames nesta quarta-feira.
Independentemente do cenário – com a dupla ou sem -, Cleiton Xavier provavelmente retornará ao posto de titular. O camisa 10 entrou apenas no segundo tempo contra o Sport, mas Cuca sinalizara na semana passada que mudaria a equipe para atuar longe do Allianz.
Os problemas geram a necessidade de criarem-se alternativas. Com o elenco recheado, Cuca tem opções para manter o padrão de jogo em casa. O Palmeiras chega ao duelo paulista com 100% de aproveitamento como mandante após sete partidas.

Se os cinco não jogarem

Montagem UOL Esporte
Assim, Cuca segue com um ataque de mais movimentação
No pior dos cenários, Cuca poderia aproveitar da versatilidade de alguns nomes para manter o Palmeiras forte. O meio-campo, por exemplo, poderia contar com a experiência de Jean, que tem atuado como lateral direito, e a disposição do jovem Matheus Sales, ainda marcado por 'anular' Lucas Lima na decisão da Copa do Brasil do ano passado.
Com Jean no meio-campo, João Pedro surge como a principal opção na lateral direita. Fabiano, contratado para ser a opção direta no setor, não agradou na derrota para o Cruzeiro.
No ataque, o próprio treinador anunciou que conta com o retorno de Dudu, desfalque em Recife. Erik agradou a Cuca e tem chances de seguir. Rafael Marques, a um jogo de chegar a sete e ser impedido de atuar em outro clube na Série A, e Lucas Barrios também aparecem como opções.

Volta do centroavante?

UOL Esporte
Barrios atuaria como um '9' fixo; Cuca escalou o time assim no jogo contra o Atlético-PR
Com o paraguaio, Cuca voltaria a ter uma referência no setor ofensivo - Palmeiras tem trabalhado com Gabriel Jesus como 'camisa 9'. A entrada do camisa 8 significaria uma mudança na dinâmica do ataque, já caracterizado pela movimentação.
Com Erik no centro e Rafael Marques pela ponta, o padrão se aproximaria mais ao apresentado pela equipe de Palestra Itália desde o início do Campeonato Brasileiro.
Barrios atuou como titular apenas na primeira rodada da Série A, na goleada por 4 a 0 sobre o Atlético-PR.

Se Tchê Tchê e Moisés se recuperarem

Montagem UOL Esporte
Tchê Tchê e Moisés manteriam o padrão do meio-campo se jogarem na terça
Em caso da recuperação plena da dupla de meio-campistas, a estrutura palmeirense se mantém. Tchê Tchê e Moisés são os responsáveis por darem o dinamismo ao meio-campo e tratados como peças fundamentais no esquema do treinador.
Com os dois, além de Cleiton Xavier, Jean permanece na lateral-direita e formaria o setor defensivo. Vitor Hugo é titular absoluto, Mina agradou Cuca na estreia e Egídio terá mais uma semana para se recuperar de um abscesso no pé; Zé Roberto, titular em Pernambuco, se encontra de prontidão para atuar pelo lado esquerdo.
O ataque possui os cenários mais abertos. Mesmo com Tchê Tchê e Moisés em campo, três nomes disputam duas vagas (Erik, Rafael Marques e Lucas Barrios). Isso se Leandro Pereira, contratado recentemente, não for regularizado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) até a data do clássico.

Muriel segue no time em, pelo menos, mais três jogos. Goleiro e Argel trabalharam em 2009
Muriel foi criticado pelo lance que definiu o Gre-Nal 410, mas será titular do Internacional enquanto Danilo Fernandes estiver lesionado. Uma semana depois de ver Jacsson ganhar chance no time, o goleiro voltou a ganhar espaço. Terá uma nova chance e ela começa diante do Santa Cruz, no Recife.
Formado nas categorias de base do Inter, Muriel é elogiado pelo comprometimento e profissionalismo. A diretoria, contudo, não o enxerga como inegociável. Pelo contrário, quando o assunto transferência é citado as possibilidades são mantidas na mesa.
Só que Muriel treina bem, tem a confiança da comissão técnica e colabora com o grupo. E, segundo Argel Fucks, foi avisado antes do jogo com o Botafogo da escalação de Jacsson. O informe prévio foi um jeito de avisar o camisa 30 de que ele jogaria.
"Não tem revezamento. Quando a gente trata de dar oportunidade a um jogador, trata internamente. E o Muriel sabia, independente do resultado (contra o Botafogo), que jogaria contra o Flamengo", disse Argel depois do Gre-Nal.
Muriel e Argel Fucks trabalharam juntos no Caxias, em 2009. A convivência no time de Caxias do Sul deu argumentos para o treinador referendar sua permanência no Beira-Rio.
No clássico, Muriel espalmou para o meio da área o chute de Everton. O rebote deixou a bola à espera de Douglas. O camisa 10 do Grêmio ganhou de Ernando e encheu o pé.
A aposta em Muriel é mais uma decisão que vai para conta de Argel Fucks. O treinador foi garantido no cargo, apesar da forte pressão para mudanças no departamento de futebol. Sem vencer há cinco jogos, o Inter soma 20 pontos. No domingo, às 16h (Brasília), enfrenta o Santa Cruz para dar fôlego ao treinador e resgatar o goleiro que já foi titular antes.

É impossível falar em Diego Tardelli e não remeter a sua história à passagem vitoriosa pelo Atlético-MG. O sucesso na Cidade do Galo estreitou a relação do atacante com Belo Horizonte e faz com que ele planeje encerrar a sua carreira no clube, conforme revelou em entrevista exclusiva ao UOL Esporte. A volta ao Brasil, porém, ainda deve demorar um pouco.
Em parceria com o empresário Isaac Azar, o ídolo alvinegro inaugurará o restaurante Paris 6 no Pátio Savassi, shopping center localizado na região Centro-Sul da capital mineira. O estabelecimento é um famoso bistrô de culinária francesa.
Divulgação
Projeção do restaurante de Tardelli em shopping center de BH
"Gostamos muito de Belo Horizonte e do povo mineiro. Sempre fomos bem tratados por todos, independente da rivalidade entre Atlético e Cruzeiro. É uma cidade que eu e minha família nos apegamos muito, onde a minha esposa tem duas lojas de decoração de quartinho de bebê e que agora também estamos com esse novo projeto do Paris 6", afirmou.
Com negócios na capital mineira, Diego Tardelli não esconde que pretende encerrar a trajetória no futebol no clube em que contabiliza duas passagens – entre 2009 e 2011 e de 2013 a 2014. O retorno ao Atlético deve acontecer daqui dois anos, quando se encerra o seu contrato com o Shandong Luneng, da China.
Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro
Tardelli aproveitou as férias na China para visitar a Cidade o Galo
"Com certeza (quero encerrar a carreira no Atlético-MG). Todo mundo sabe o carinho que tenho pelo Atlético e pela torcida e a minha prioridade sempre será o Galo, mas não sei qual será a prioridade deles (risos). Mas não penso em voltar ao Brasil em menos de dois anos", comentou.
Confira a entrevista exclusiva de Tardelli ao UOL Esporte:
Você tem contrato até janeiro de 2019 com o Shandong Luneng. Já pensa em voltar ao Brasil?
Prefiro não revelar os clubes, mas já tive várias propostas, sim. E venho tendo algumas de alguns grandes clubes do Brasil. Graças a Deus, as portas estão abertas em muitos países, principalmente no Brasil, e isso é o reconhecimento por tudo o que eu fiz durante o tempo em que estive jogando por aí e o que ainda venho fazendo por aqui. Por enquanto, não pretendo voltar ao Brasil, só daqui a uns dois anos ou mais.
DENILTON DIAS/O TEMPO/ESTADÃO CONTEÚDO
Diego Tardelli fez sucesso com a camisa do Atlético-MG
Você abrirá mais um estabelecimento em Belo Horizonte. Além disso, como aplica seus investimentos para o futuro?
Sobre o futuro, eu me preocupo, sim, ainda mais neste momento que o Brasil não está tão bem. Tenho pessoas que cuidam do meu futuro, dos meus investimentos, e estou bem orientado nessa parte.
O Emerson Leão foi marcante em sua carreira. Ele presenciou a sua aparição no São Paulo e avalizou a sua ida para o Atlético. Foi seu principal técnico?
Eu costumo dizer que ele é um pai para mim. Não é todo mundo que gosta da maneira do Leão, do jeito dele, mas ele foi um cara importantíssimo quando eu estava no São Paulo, em 2005. Ele resgatou meu futebol e eu entrei na linha com ele. Felizmente, foi ele quem me levou para o Atlético e tudo o que aconteceu na minha carreira, todos esses títulos, todas essas convocações, todas as premiações que eu ganhei nesses últimos anos, eu agradeço muito ao Leão. Se não fosse ele, nada disso teria acontecido. Uma vez ele me chamou na sala dele, em 2005, eu estava no banco de reservas e fui cortado do jogo. Ele chegou e me perguntou se eu queria continuar nessa, acomodado ou não. A partir desse momento, eu pude fazer um grande campeonato paulista, fui vice-artilheiro e nós fomos campeões. Foi esse o momento da reviravolta.
Você ainda é jovem, tem apenas 31 anos. Já pensa no que fazer quando encerrar a sua carreira?
Ainda não pensei, mas tenho um projeto de morar nos Estados Unidos com minha família assim que parar de jogar. E se um dia eu tiver a oportunidade, gostaria de ter uma função igual à do Milton Cruz e passar um pouco de tudo o que eu aprendi no futebol. Quem sabe um dia também eu possa ser treinador.

Recentemente, em visita à Cidade do Galo, você disse que teve problemas com Cuca na China. O que houve?
O Cuca é um ótimo treinador e eu o respeito muito. Antes de ir para o Shandong, recebi outra proposta da China, do Guangzhou Evergrande, mas o próprio Cuca me ligou e pediu para eu ir para o time dele. Em toda família há discussões e brigas, é normal. Sou muito grato por tudo o que ele fez por mim, nos falamos até hoje e eu trabalharia com ele novamente sem problema.
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